segunda-feira, 20 de agosto de 2007

VIAGEM...

Passeando pela história dos povos, descobrimos as nossas identidades, raízes e… quem sabe, futuros.
Há algum tempo atrás, saí por aí… Voei até paragens distantes e, pousei o meu olhar e sentidos numa bela região de Portugal – o Alentejo.
Como costumo dizer, o Alentejo é vida, é canção, é sonho ou maldição!
Aí se cantam cantigas de liberdade, perdidas na memória dos tempos e nos campos suados de lágrimas, dor, sangue e pão.
Perdi-me por Almendres e seu Cromeleque…
Um cromeleque é, como todos bem sabem, um monumento da pré-história, associado ao culto dos astros e da natureza.
É considerado um local de rituais religiosos e de encontro tribal.
É uma bela viagem ao nosso passado aquela que aqui partilho convosco.
Boa Semana para todos e… Boa viagem.
Maria Faia

10 Comentários:

Blogger avelaneiraflorida disse...

Maria Faia,

que bom!!!!! Já lá estive!!!! embora abandonado, como a maioria do património português, porque coisas velhas, sobretudo pedras, não têm valor...

Mas estar lá ...sentir o pulsar de algo antigo...viver...vale a pena!!!!

UMA EXCELENTE VIAGEM!!!!!!
Bjks

21 de agosto de 2007 às 15:36  
Anonymous aramis disse...

Amiga Maria Faia,

Que viagem extraordinária! O Alentejo como diz e muito bem é e tem quase tudo. Eu por lá sinto muita Paz, que quem sabe, é fruto da Luta por uma vida melhor.
Da pré história até agora perdemos quase todo o sentido do silencio e do tempo para o culto, seja ele qual for!
Sobretudo pela "Mãe" natureza. Quase que já não paramos nem que seja só para a olhar, admirar e mimar com um sorriso no rosto...
Beijos e uma boa semana para si, com tudo de bom e do que gosta.

21 de agosto de 2007 às 15:49  
Blogger De Amor e de Terra disse...

Olá Menina, boa tarde!
Nunca lá estive; quem sabe se lá irei algum dia! gostaria muito.

Beijos Amiga

Maria Mamede

21 de agosto de 2007 às 16:19  
Blogger J.G. disse...

Ah, belo Alentejo das planícies e das gentes sãs e rijas, e solidárias!
Como gosto dele e das suas gentes!

Boa viagem.

Um abraço.

21 de agosto de 2007 às 20:33  
Blogger lucia duarte disse...

olá amiga, eu também nunca lá estive mas aguçou-me a vontade de dar lá um pulinho.
boa semana

21 de agosto de 2007 às 22:20  
Blogger Luís Galego disse...

Reviver o passado, não em Brideshead, mas não menos tocante...

21 de agosto de 2007 às 23:05  
Blogger Meg disse...

A descoberta, também eu parto nessa viagem, contigo... pelas tuas imagens, pelo teu sentir.
Beijinhos

21 de agosto de 2007 às 23:07  
Blogger ANTONIO DELGADO disse...

é muito bonito esse conjunto monumental onde já estive por diversas vezes, algumas por questões profissionais e outras apenas para embebedar-me dessa beleza natural que se tem em redor: cheiros, sons, ar e paisagem. Antes desse conjunto há um outro monumento, um menir, a cerca de dois quilometros. Quando cheguei a ele, acompanhavam-me uns amigos de Portugal e outros de Espanha. No Lugar estava uma senhora caseira da quinta onde estava o menir. Ela falou-nos da pedra que "vinham muitas pessoas d'America da França e da Alemanha para ve-la..até parece impossivel: dizia ela. O marido, esse, estava mais preocupado com o borrego que tinha nascido na noite anterior. "Ó compadre e borrego é cá uma mangano que nem imagina" dizia o senhor .
Só posso dizer que foi uma tarde muito bem passada, para quem como eu nessa altura vivia fora de Portugal na companhia daqueles maravilhosos personagens.
beijinhos.
António

22 de agosto de 2007 às 01:29  
Blogger mara carvalho disse...

Olá amiga,

Apesar de durante as últimas semanas em que andei (aparentemente)desaparecida destas paragens, me ter mantido fiel ao meu velho hábito de visitar quase diáriamente o seu acolhedor "Querubim", e ter lido os seus posts, sempre pertinentes, e coloridos por maravilhosas imagens, só agora consigo deixar-lhe algumas palavras.
Claro que sempre que me recorda o meu querido Alentejo não posso deixar de lhe agradecer quase de imediato.
Assim, vou saciando a sede de o rever, e a fome de tantas saudades que sinto.
Preciso de lá ir em breve, para carregar baterias e renovar a energia, com aquele calor humano(e não só...!) das minhas gentes.
Quanto aos monumentos em solo alentejano, apesar de ser suspeita, porque o amo, apenas acrescento que lá tudo é bom,belo e maravilhoso.
Mas preocupa-me muito a falta de água que tantas vezes já se fez sentir, e também o isolamento, a solidão, e a desertificação.

Um abraço amigo

22 de agosto de 2007 às 11:04  
Blogger Lusófona disse...

Querida Maria!!

Bonito post! Acho importante nunca esquecermos quem "somos", e fazer valer apena o sofrimento daqueles que lutaram para nos deixar um futuro melhor.

Beijinhos

23 de agosto de 2007 às 12:14  

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